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terça-feira, 20 de setembro de 2011

"BANDIDOS">Policiais tramaram morte de Patrícia Acioli com um mês de antecedência


Policiais tramaram morte de Patrícia Acioli com um mês de antecedência 
Um vídeo divulgado na noite deste domingo no programa Fantástico mostra que os assassinos da juíza Patrícia Acioli - morta quando chegava em casa no bairro de Piratininga, em Niterói (RJ) - a seguiram durante todo o trajeto do Fórum de São Gonçalo até a residência. Câmeras instaladas em sete pontos da cidade mostram dois homens em uma moto azul seguindo o carro da magistrada. Um dos ocupantes da moto aparece usando uma calça jeans e um tênis branco.

A perseguição se deu por cerca de 30 km e somente em certo momento, próximo a casa de Patrícia, que a moto ultrapassou o carro da juíza. De acordo com investigações da polícia, a dupla aguardou em frente a casa da magistrada, que, ao chegar na garagem, teve o carro alvejado ainda em movimento. A perícia, realizada apontou que um dos assassinos estaria portado duas armas. Foram disparados 21 tiros, de três calibres diferentes: 38 e 40, de uso padrão da polícia, e 45, de uso restrito.

A juíza Patrícia Lourival Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, foi assassinada a tiros dentro de seu carro, por volta das 23h30 do dia 11 de agosto, na porta de sua residência em Piratininga, Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Segundo testemunhas, ela foi atacada por homens em duas motos e dois carros. Foram disparados mais de 20 tiros de pistolas calibres 40 e 45, sendo oito diretamente no vidro do motorista.

Patrícia, 47 anos, foi a responsável pela prisão de quatro cabos da PM e uma mulher, em setembro de 2010, acusados de integrar um grupo de extermínio de São Gonçalo. Ela estava em uma "lista negra" com 12 nomes possivelmente marcados para a morte, encontrada com Wanderson Silva Tavares, o Gordinho, preso em janeiro de 2011 em Guarapari (ES) e considerado o chefe da quadrilha. Familiares relataram que Patrícia já havia sofrido ameaças e teve seu carro metralhado quando era defensora pública.
Do Jornal do Brasil 



Juíza estava em "lista negra" de criminosos.

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